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No dia a dia

Diff e revisão

O agente escreve rápido, e ler o que ele fez é o gargalo. O Deck coloca o diff ao lado do terminal, para a revisão acontecer sem trocar de aplicativo.

Três lugares, três perguntas

OndeResponde
Painel de git, ao lado do terminalO que mudou nesta sessão, agora?
Tela de reviewO que mudou no projeto inteiro?
Aba de código do pull requestO que esta proposta muda na base?

Os dois primeiros leem o seu disco. O terceiro lê o GitHub, e está em Pull requests.

O painel de git

Abre com ⌘⇧B e acompanha a pasta da sessão em foco. No topo ficam a branch, quantos commits ela está à frente e atrás do remoto, e um botão para trazer o que falta.

O diff ao lado do terminal: a lista de arquivos à esquerda, o conteúdo à direita.

Ele tem três abas:

  • Arquivos, para navegar pela pasta e abrir qualquer arquivo.
  • Alterações, com o que mudou, agrupado em não preparadas, preparadas e contra a base.
  • Revisão, que mostra o pull request desta branch com checks, decisão da revisão e comentários.

Na aba de alterações você escolhe o escopo: tudo que a branch trouxe em relação à base, só o que ainda não tem commit, ou um commit específico. Dá para preparar arquivo por arquivo, buscar entre os arquivos alterados e alternar entre lista e árvore.

A tela de review

Em ⌘⇧G, a tela de review mostra o projeto inteiro, e não só a pasta da sessão. São três abas: as mudanças, as branches e o histórico.

  • Mudanças. A árvore de arquivos alterados de todos os repositórios do projeto, com o sinal de quantas linhas entraram e saíram. Um ponto marca o arquivo que o agente está editando neste momento.
  • Branches. A lista com o último commit de cada uma e um botão para trocar.
  • Histórico. O grafo dos commits, com busca na mensagem.

O diff abre unificado ou lado a lado, como você preferir. Arquivo muito grande vem cortado, com um botão para mostrar mais, e o app avisa quando não há diff a mostrar, como em arquivo binário ou mudança só de permissão.

O que o diff compara

Vale saber, porque muda o que você vê:

  • Por padrão, o estado do disco contra o último commit. É a pergunta o que mudou e ainda não entrou.
  • Contra a base, tudo que esta branch trouxe desde que saiu da base, o que é a leitura mais próxima do que vai virar pull request.
  • Em um commit, aquele commit contra o pai dele.

Arquivo novo aparece por inteiro, listado um a um, sem esconder pasta nova. Quando o Deck não consegue comparar, ele diz por quê, como base que não existe mais ou histórico incompleto no clone.

Editar sem sair

Clicar em um arquivo abre o diff. Clicando com a tecla de comando, ou com duplo clique, abre o arquivo para editar, no mesmo painel, com realce de sintaxe. Salvar é ⌘S.

A partir do diff há dois caminhos: editar a versão atual com as alterações destacadas, ou abrir o arquivo limpo. Arquivo em markdown alterna entre o texto e a prévia.

O rascunho fica guardado pelo Deck e sobrevive a fechar a aba. Se o arquivo mudar no disco enquanto você edita, o app avisa e preserva o que você escreveu, em vez de sobrescrever em silêncio.

Commit e push

Na tela de review, o cabeçalho tem o campo da mensagem e dois botões, um que faz o commit e outro que já envia. Eles só ficam disponíveis com algo preparado. Se o envio falhar, o commit continua feito e o app diz isso, em vez de fingir que nada aconteceu.

Com a branch pronta, o caminho segue em Pull requests.